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sábado, 28 de agosto de 2010

As nove poderosas

Todos já ouviram falar do card mais caro de Magic, a famigerada Black Lotus. Um card de zero manas, que ao seu sacrifício adiciona três manas de uma das cinco cores, te dando uma grande vantagem no começo do jogo, podendo descer uma bomba logo de cara!


Porém, ela não é a única. A Black Lotus faz parte do grupo dos cards mais poderosos do Magic: The Power Nine.
Cinco dessas nove podem ser agrupadas juntas, são as Moxes. Uma para cada cor (Mox Emerald, Mox Jet, Mox Pearl, Mox Ruby e Mox Sapphire), cada uma delas é um artefato de zero manas, que gera um mana de uma das cores. São melhores que terrenos, pois podem entrar mais de uma no mesmo turno! Duas moxes no começo do jogo fornece uma agilidade muito grande para quem conjurá-las.



Para finalizar a Power Nine, temos três cards azuis (sim, pois azul é a cor mais desbalanceada do Magic, ou ela apela ou é ruim, não no caso dessas três). Ancestral Recall te dá três cards por um mana azul, e todos sabemos que para ganha um jogo, a vantagem de cartas é um fator crucial. Porém, é possível usar Ancestral Recall no oponente, pra abusar de efeitos como Prensa Negra. Com Time Walk, você joga um turno extra por dois manas - ponto. Time Twister praticamente reinicia o jogo, pois você e seu oponente embaralham seu cemitério e a mão no grimorio, comprando sete cartas. Se utilizado na hora certa, com a vantagem na mão, é fim de jogo.


Essas nove cartas juntas só poder ser usadas no formato Vintage do jogo. E ainda são restritas, ou seja só uma por deck. Se esses cards já tem um preço absurdo, imagine se quatro de cada entrassem em cada deck? Ou imagine um jogo com vários desses cards, como seria? É melhor deixar restrito mesmo!

Ao longo dos anos, alguns cards foram criados para simular esses cards, e de certa forma conseguiram. Petala de Lótus e Desabrochar de Lótus, Visão Ancestral, Espiral Temporal, Distorção Temporal, Mox de Diamante e Mox de Cromo foram bem sucedidos nessa empreitada, embora com menos poder.

Resta agora esperar pela Mox de Opala, em Cicatrizes de Mirrodin! (É só um rumor, mas esperamos que seja verdade!)

See ya!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

E por falar em Apocalipse....

Workshop de Criação Literária em São Paulo: dia 28 de agosto (sábado) – inscreva-se agora, é de graça ;-)

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Pessoal,

No dia 28 de agosto (sábado) estarei de volta a São Paulo para ministrar oworkshop “Criação Literária – do Éter ao Apocalipse”, que acontecerá de14h às 18h na Thélos Associação Cultural (Rua Ximbó, 165, Aclimação).

A palestra será dada em conjunto com o escritor Raphael Draccon, da série“Dragões de Éter”, e terá por objetivo abordar o processo de criação e a rotina dos escritores profissionais, bem como as dificuldades dos autores iniciantes no Brasil e quais os melhores caminhos para se publicar e divulgar a primeira obra.

É de graça (ou quase) - A entrada do evento é 1 kg de alimento não perecível e o tema é indicado não só a escritores, mas também a quaisquer pessoas interessadas em trabalhar na área de criação (games, quadrinhos, roteiros de cinema, TV e animação).

Participantes do último evento - Para os que estiveram presentes no workshop “A Jornada do Herói”, em janeiro, faço aqui um convite especial. O assunto desta vez será inteiramente novo e teremos um esquema mais dinâmico, com duas apresentações de uma hora e debate no final, com perguntas, respostas e bate papo.

INSCRIÇÕES

Se você estiver interessado, não perca tempo e faça sua inscrição, pois temos vagas limitadas. Basta enviar um email para aline@thelos.org.br com o subject “Workshop de Criação Literária”, colocando no corpo da mensagem seu nome, idade, cidade e telefone. Você receberá um email de confirmação ou contato telefônico.

Bienal - Nosso lançamento em Sampa será na Bienal, dia 21/08, às 15h, no stand da Record.

Rio de Janeiro - No RJ, vai rolar o curso de "Estrutura Literária", que começa no início de setembro. Faça sua inscrição e veja informações aqui.

SERVIÇO

Evento: Workshop de Criação Literária

Dia: 28 de agosto, sábado

Local: Associação Cultural Thélos – Rua Ximbó, 165, Aclimação. Tel. 11-5539.2113

Horário: 14h às 18h

Entrada: 1kg de alimento não perecível

Inscrições: aline@thelos.org.br

Mestre de RPG Remunerado pela Prefeitura

Galera, olha o que eu achei: (obrigado ao Potira pela indicação)

Como aconteceu com o rádio, a televisão, o videogame e a fita adesiva dupla face, o RPG enquanto podia ser chamado de “novidade” foi demonizado e decretado como a mais nova fonte da inevitável corrupção absoluta de nossas criançinhas. Então o jogo foi deixando de ser novidade e todos viram que ele não iria dizimar a civilização. O RPG deixava de ser um “culto” e passava a ser apenas “cultura”! E quem tem medo de cultura, hein?

O governo é que não tem! Quem for fuçar no site da prefeitura de São Paulo descobrirá, na área dedicada ao sistema de biblitoecas, um edital delineando os parâmetros para a inscrição de interessados em desenvolver projetos culturais nas bibliotecas públicas de São Paulo. A grande notícia é que o RPG aparece como um tipo válido de projeto! E não falo aqui da existência de uma chance para enfiar uma aventurazinha para algumas crianças, de leve, em um evento dedicado a “contar histórias”, justificando tudo com o uso inteligente da palavra “interatividade”. O Edital fala em RPG mesmo, dividindo a atividade, inclusive, entre jogos de mesa e live action. E os narradores seriam remunerados!

Os responsáveis pelo projeto e pelo edital realmente sabem do que estão falando e enxergam seu potencial educativo e cultural a ponto de não apenas permitirem, mas incentivarem de modo concreto (com dinheiro) a prática do jogo de RPG. Quando o governo inclui o jogo em sua programação cultural e nos paga para apresentá-lo ao público, podemos dizer que manifestações futuras de preconceito poderão ser reveladas rapidamente como mera ignorância em ação, não mais ganhando o status de “polêmica” e muito menos de manchete.

De acordo com o edital, um mestre receberia 500 reais por “apresentação”, sendo 100 reais extras pagos por cada participante extra no trabalho de apresentar o jogo, até o máximo de 700. Uma sessão de Live pode render até 800. A carga horária total seria de 12 horas para os jogos de mesa ou 6 horas para aqueles no estilo Live Action. Confira mais detalhes lendo o edital completo aqui.

Dedico humildemente este post para todos aqueles que jogavam RPG na época em que o jogo causou mais polêmica, figurando na mídia como bixo-papão de psicólogos infantis ou “causador de crimes envolvendo rituais satânicos.” O dia em que o inferno congelou está finalmente aqui! E falo isso com a liberdade de escrever “RPG” e “INFERNO” na mesma frase!

Fonte: http://www.moonshadows.com.br/blog/?p=641


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